Nossos sentidos-visão, audição, tato, olfato e paladar- trazem informações a respeito do mundo. A maneira que os desenvolvemos nos trará maior ou menor quantidade de informações. É preciso vivenciar experiências diferentes para aumentar nossa percepção, vocabulário e assim o entendimento do mundo que nos cerca e também a nossa criatividade.
CAIXA SURPRESA1 caixa de papelão grande
tesoura
fita adesiva larga
pequenos objetos de diferentes texturas: colher, caneca de plático, pedrinha, esponja, escovas de dente, lápis de cor, pedaço de pano, pequeno brinquedo, meias.
Como fazer:
1. Faça um buraco, na caixa, de 9 cm de diâmetro em laterais opostas
2. Feche a caixa com a fita adesiva
3. Decore a caixa com lápis de cor ou de cera , ou mesmo com papel contact colorido/estampado.
Como brincarColoque vários pequenos objetos dentro da caixa. Coloque-a à frente de quem vai participar da brincadeira de maneira que ele possa pôr as duas mãos dentro e ao mesmo tempo- sem olhar pelo buraco.
O objetivo do jogo é identificar os objetos pelo tato. Só depois de dizer o que está na mão, seu filho poderá tirá-lo de dentro da caixa para ver se está correto. Vá trocando os objetos. O vocabulário e a percepção de quem participa da brincadeira irão aumentar.
Referência: http://criartes.webnode.com.br/products/brincando-com-os-sentidos-caixa-surpresa/
Postado por: Arthur Souza
quarta-feira, 16 de janeiro de 2013
Jogos de Quebra-Cabeça
Sempre gostei muito de quebra-cabeças, passei boa parte da minha infância tentando montar vários deles. Até hoje gosto de passar o tempo brincando com eles, e para mim isso foi um exercício excelente não só para diversão. Segue abaixo uma matéria muito interessante que encontrei no site Guia da Semana sobre os benefícios do quebra-cabeça.
Ótima ferramenta
O quebra-cabeça pode ser um importante e divertido aliado para desenvolvermos as habilidades de nossos filhos. Na realidade, foi com objetivos meramente educacionais que esse brinquedo foi inventado, em 1760, na Inglaterra.
Feito de madeira, o primeiro quebra-cabeça foi criado pelo inglês John Spilsbury e continha o desenho do mapa da Inglaterra. A ideia de Spilsbury era criar um material didático extra para as aulas de geografia, uma espécie de Atlas interativo.
O que o inventor do quebra-cabeça não imaginava é que sua invenção ensinaria muito
mais do que geografia para as crianças.
Diversos estudos comprovam que esse brinquedo é um importante aliado no desenvolvimento físico, psicomotor e neurológico, além de desenvolver a noção espacial, a percepção visual e a capacidade de concentração.
Vamos entender melhor como um simples brinquedinho de montar pode fazer tudo isso. Em primeiro lugar, quando uma criança começa a brincar com um quebra-cabeça ela se vê diante de um desafio: ordenar todas aquelas peças. Assim, essa brincadeira desenvolve a autoconfiança na resolução de problemas, além de ensinar a lidar com situações frustrantes, que ocorrem quando a criança tenta encaixar uma peça e a peça não encaixa.
Para encaixar as peças, são necessárias habilidades motoras e firmeza nas mãos. Assim, o quebra-cabeça auxilia no desenvolvimento das habilidades motoras refinadas, que serão fundamentais no processo de alfabetização, por exemplo.
E ainda tem mais: quando tentamos encaixar as peças, realizamos uma ação conjunta da mão com os olhos, com ambos tendo que trabalhar de maneira coordenada. Isso sem falar que, quando o quebra-cabeça é montado por mais de uma pessoa (quando os pais montam o quebra-cabeça com os filhos, por exemplo) ele é um ótimo instrumento de sociabilização, ensinando a criança a trabalhar em equipe e a cooperar com o próximo.
Consciente dos benefícios do quebra-cabeça, o professor Toru Kumon, fundador do método Kumon, sempre estimulou os pais para trabalharem o quebra-cabeça com os filhos. Para ele, até os bebês já podem começar a montar quebra-cabeças. O ideal é que se inicie com joguinhos de encaixe, os de espuma e com poucas peças. À medida que a criança vai dominando os mais simples, pode-se começar, gradativamente, a introduzir alguns um pouco mais complexos, sempre cuidando para que eles não sejam difíceis demais.
E sabe o que é o melhor de tudo isso? Para a criança, o quebra-cabeça é apenas uma brincadeira divertida. E é maravilhoso que elas possam se desenvolver tanto de maneira tão prazerosa!
Referências: http://www.guiadasemana.com.br/filhos/noticia/otima-ferramenta
Postado por: Jéssica da Silva Soares
Brincar na cama elástica: sim ou não?
O seu filho já se machucou pulando em uma cama elástica? Uma nova recomendação da Academia Americana de Pediatria, publicada na edição de outubro do jornal científicoPediatrics, desencoraja pais e pediatras a deixarem as crianças usarem esse brinquedo. No documento, os especialistas alertam sobre as lesões decorrentes
da atividade e usam como base um relatório do Sistema Eletrônico
Nacional de Vigilância de Lesões (NEISS, em inglês), que mostrou que 98
mil pessoas se machucaram em camas elásticas só em 2009, sendo que 70
mil eram crianças, de 0 a 14 anos.
E o problema não acontece só nos Estados Unidos. Nos fins de semana, as lesões em camas elásticas são o maior motivo de entrada de crianças no Hospital Infantil Sabará, em São Paulo, segundo a ortopedista pediátrica Daniela Rancan. “Elas caem de mau jeito e costumam fraturar, principalmente, o tornozelo, o punho e o antebraço”, explica. Para a médica, é fundamental ter um adulto por perto, mas nem sempre é assim. De acordo com o relatório norte-americano, cerca de metade dos acidentes acontece quando não há supervisão.
O que mais acontece é uma criança cair em cima da outra. O estudo mostra que 75% das lesões ocorrem quando há mais de uma pessoa pulando ao mesmo tempo. Embora até os fabricantes de camas elásticas recomendem que seja uma de cada vez, isso dificilmente é respeitado, já que, muitas vezes, o brinquedo é colocado em festas de aniversários ou em outras reuniões infantis. Não há uma orientação geral sobre o número de participantes, mas o ideal é evitar aglomerações. “A criança precisa de 1 a 2 metros de espaço físico só para ela, porque ela não pula sempre no mesmo lugar, acaba se deslocando”, diz o professor de educação física Roberto Simão, pesquisador da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ).
Também é preciso adequar o tamanho de quem vai brincar junto. Mais do que a idade, o importante é juntar crianças com altura e peso semelhantes, porque as menores têm menos coordenação e equilíbrio e, por isso, mais chances de se machucar. Segundo dados do NEISS, 75% das fraturas e deslocamentos acontecem em crianças menores de 5 anos. De acordo com os especialistas, a idade mais segura para a cama elástica é entre 8 e 12 anos.
Outra recomendação é entrar na cama elástica sem sapato. “O calçado dá mais margem para uma torção, pois não foi feito para áreas de instabilidade. Já o pé, sim, foi projetado para andar descalço”, afirma o ortopedista pediátrico Henrique Fialho, da Unifesp. Ter uma área de segurança em volta do pula-pula e observar a qualidade do brinquedo também ajuda. Veja se não há molas soltas e se a rede de proteção está em boas condições. E se a criança acabou de comer, é melhor esperar duas horas necessárias para a digestão antes de pular.
Embora a Academia Americana de Pediatria não recomende a atividade para crianças, os especialistas ponderam que não é preciso proibir, apenas orientar e supervisionar. “Qualquer tipo de atividade física pode gerar lesão. O futebol é a atividade que mais provoca machucados, por exemplo. A criança está sempre exposta ao risco”, afirma Simão. Além disso, diz, a cama elástica exercita o equilíbrio, fortalece a musculatura e treina a coordenação, sem contar que é uma brincadeira que as crianças adoram. Assim, se você decidir deixar seu filho participar, fique sempre de olho para minimizar as chances de acidentes.
Enquanto parte dos pais acha que a recomendação é um exagero, parte acredita que faça sentido, sim. Veja o que alguns leitores responderam quando perguntamos se concordavam com a orientação:
* Marcela Carvalhido Com certeza!!!!! Passei o maior sufoco com minha filha de 9 anos!! Apoiadíssssiimoooo!!!!
* Fernanda Reis Brincar de pega-pega oferece riscos de queda… Não dá pra proibir tudo…
* Aline Abi Zaid B de Abreu Concordo. Já presenciei uma fratura exposta em uma criança de 3 anos. O difícil é dizer não. Mas só deixo minha filha de 4 anos ir quando não tem ninguém e ela já tem consciência disso.
* Carolina Chequer Temos que ter consciência de que algumas coisas necessitam de uma certa maturidade corporal, e, no caso do pula-pula, uma criança não possui. Concordo e acho que deveria ser proibido para crianças a não ser em casos especificos de treinamento com profissionais habilitados.
* Raquel Brandão Ah, gente, sinceramente, se for proibir tudo que pode machucar criança daqui a pouco vão recomendar deixar as crianças em uma gaiola! Minha filha já machucou o pé no escorregador, e daí ?
* Cinthia Mitie Higashiyama Concordo. É uma das maiores causas de fraturas em crianças.
FONTE: Revista Crescer
No post anterior defendi o uso da cama elástica para o divertimento e acho um certo exagero que as crianças sejam proibidas de utilizarem esse brinquedo. Como no próprio texto já diz, há chances de lesão em qualquer atividade, o que se deve fazer é tomar precauções que diminuam os riscos dessas lesões acontecerem.
Referências: http://www.escolatrilhas.com.br/letrilhas/pais/brincar-na-cama-elastica-sim-ou-nao/
Postado por: Ygor Tinoco
E o problema não acontece só nos Estados Unidos. Nos fins de semana, as lesões em camas elásticas são o maior motivo de entrada de crianças no Hospital Infantil Sabará, em São Paulo, segundo a ortopedista pediátrica Daniela Rancan. “Elas caem de mau jeito e costumam fraturar, principalmente, o tornozelo, o punho e o antebraço”, explica. Para a médica, é fundamental ter um adulto por perto, mas nem sempre é assim. De acordo com o relatório norte-americano, cerca de metade dos acidentes acontece quando não há supervisão.
O que mais acontece é uma criança cair em cima da outra. O estudo mostra que 75% das lesões ocorrem quando há mais de uma pessoa pulando ao mesmo tempo. Embora até os fabricantes de camas elásticas recomendem que seja uma de cada vez, isso dificilmente é respeitado, já que, muitas vezes, o brinquedo é colocado em festas de aniversários ou em outras reuniões infantis. Não há uma orientação geral sobre o número de participantes, mas o ideal é evitar aglomerações. “A criança precisa de 1 a 2 metros de espaço físico só para ela, porque ela não pula sempre no mesmo lugar, acaba se deslocando”, diz o professor de educação física Roberto Simão, pesquisador da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ).
Também é preciso adequar o tamanho de quem vai brincar junto. Mais do que a idade, o importante é juntar crianças com altura e peso semelhantes, porque as menores têm menos coordenação e equilíbrio e, por isso, mais chances de se machucar. Segundo dados do NEISS, 75% das fraturas e deslocamentos acontecem em crianças menores de 5 anos. De acordo com os especialistas, a idade mais segura para a cama elástica é entre 8 e 12 anos.
Outra recomendação é entrar na cama elástica sem sapato. “O calçado dá mais margem para uma torção, pois não foi feito para áreas de instabilidade. Já o pé, sim, foi projetado para andar descalço”, afirma o ortopedista pediátrico Henrique Fialho, da Unifesp. Ter uma área de segurança em volta do pula-pula e observar a qualidade do brinquedo também ajuda. Veja se não há molas soltas e se a rede de proteção está em boas condições. E se a criança acabou de comer, é melhor esperar duas horas necessárias para a digestão antes de pular.
Embora a Academia Americana de Pediatria não recomende a atividade para crianças, os especialistas ponderam que não é preciso proibir, apenas orientar e supervisionar. “Qualquer tipo de atividade física pode gerar lesão. O futebol é a atividade que mais provoca machucados, por exemplo. A criança está sempre exposta ao risco”, afirma Simão. Além disso, diz, a cama elástica exercita o equilíbrio, fortalece a musculatura e treina a coordenação, sem contar que é uma brincadeira que as crianças adoram. Assim, se você decidir deixar seu filho participar, fique sempre de olho para minimizar as chances de acidentes.
Enquanto parte dos pais acha que a recomendação é um exagero, parte acredita que faça sentido, sim. Veja o que alguns leitores responderam quando perguntamos se concordavam com a orientação:
* Marcela Carvalhido Com certeza!!!!! Passei o maior sufoco com minha filha de 9 anos!! Apoiadíssssiimoooo!!!!
* Fernanda Reis Brincar de pega-pega oferece riscos de queda… Não dá pra proibir tudo…
* Aline Abi Zaid B de Abreu Concordo. Já presenciei uma fratura exposta em uma criança de 3 anos. O difícil é dizer não. Mas só deixo minha filha de 4 anos ir quando não tem ninguém e ela já tem consciência disso.
* Carolina Chequer Temos que ter consciência de que algumas coisas necessitam de uma certa maturidade corporal, e, no caso do pula-pula, uma criança não possui. Concordo e acho que deveria ser proibido para crianças a não ser em casos especificos de treinamento com profissionais habilitados.
* Raquel Brandão Ah, gente, sinceramente, se for proibir tudo que pode machucar criança daqui a pouco vão recomendar deixar as crianças em uma gaiola! Minha filha já machucou o pé no escorregador, e daí ?
* Cinthia Mitie Higashiyama Concordo. É uma das maiores causas de fraturas em crianças.
FONTE: Revista Crescer
No post anterior defendi o uso da cama elástica para o divertimento e acho um certo exagero que as crianças sejam proibidas de utilizarem esse brinquedo. Como no próprio texto já diz, há chances de lesão em qualquer atividade, o que se deve fazer é tomar precauções que diminuam os riscos dessas lesões acontecerem.
Referências: http://www.escolatrilhas.com.br/letrilhas/pais/brincar-na-cama-elastica-sim-ou-nao/
Postado por: Ygor Tinoco
Voltar a ser criança
Algo que procurei fazer nesse recesso de final de ano foi descontrair
ao máximo, tirar toda essa tensão de faculdade. Durante esse período
fiquei mais na fazenda com minha família e pude aproveitar bastante. Um
dia que marcou foi a ida da minha cunhada de 11 anos, através do
aprendizado em nossas aulas consegui propor várias brincadeiras. A muito
não me divertia tanto literalmente voltei a ser criança, jogamos gol a
gol na piscina, video game, jogos de tabuleiro, pular na piscina com
obstáculos, mas que realmente marcou foi o pula pula. Pulamos tanto no
trampolim que me quemei todo devido ser um dia de muito calor. Recomendo
a todos que tirem um dia para ser criança, algo que posso garantir a
todos vocês, vocês não terão a mesma disposição de 10 anos atrás. No
final desse dia eu não aguentava mexer que tudo doía, em compesação foi
um dia de muitas risadas.
Referências: Foto de arquivo pessoal
Postado por: Ygor Tinoco
Postado por: Ygor Tinoco
segunda-feira, 14 de janeiro de 2013
Pesquisando sobre o vasto repertorio de brincadeiras esquecidas pelo tempo, encontrei algumas muito diferentes e outras ''classicas'':
Estafeta ao quadro negro
Organiza-se duas filas de crianças. Elasdevem escolher um número qualquer que será
o resultado do cálculo que irão realizar (Por
exemplo: 30). Dá-se o sinal de partida, então
o primeiro jogador de cada fila deverá correr
ao quadro e escrever dois números quaisquer,
depois somá-los ou subtraí-los e voltar para a
sua fila, entregar o giz ao segundo jogador e ir
para traz do último jogador. O segundo jogador
deverá correr ao quadro e também irá proceder
da mesma forma, porém antes deverá verificar
se o cálculo anteriormente feito pelo colega está
certo, se não estiver deverá corrigi-lo e depois
fazer o seu. Deverá proceder assim até ó último
jogador. Este deverá somar ou subtrair de forma
que consiga o resultado inicialmente proposto.
Por exemplo: se o número combinado foi 30 e o
último número restado foi 22 ele deverá somar
com 8. Vence a fila que terminar primeiro.
Mamãe, posso ir?
Uma criança é escolhida para ser a mãe que
deverá estar de olhos vendados ou de costas,
enquanto as outras serão as filhas. As crianças
ficam em uma certa distância da mãe atrás de
uma linha marcada com giz. A primeira da direita
começa a falar: - Mamãe posso ir? – Pode. –
Quantos passos? Três de elefante. Este deverá
dar três passos grandes em direção da mãe.
A próxima criança pergunta: - Mamãe posso
ir? – Pode. – Quantos passos? – Dois de
cabrito. Este deverá dar dois passos médios
em direção da mãe. O próximo pergunta: -
Mamãe posso ir? – Pode. – Quantos passos.
– Cinco de formiga. Este deverá dar cinco
passos pequeninos em direção da mãe. Quem
chegar primeiro na mamãe será a próxima mãe.
Estátua
As crianças ficam em fila. Escolhe-se uma
criança para começar a brincadeira. Esta criança
começa a puxar as crianças perguntando antes
de puxar: pimenta, pimentinha, pimentão ou
sapatinho de algodão? Quem responder:
- Pimenta: é puxada normalmente e virar
estátua.
- Pimentinha: é puxada devagar e virar estátua.
- Pimentão: é puxada com força e virar estátua.
- Sapatinho de algodão: deve ser carregada no
colo e ao ser colocada no chão virar estátua.
Após todos virarem estátua a líder diz: Entrei
no jardim de flores, não sei qual escolherei,
aquela que for mais bela, com ela me abraçarei.
Então escolhe uma estátua para se abraçar.
A escolhida deverá ser a próxima líder. Todos
retornam à posição normal e recomeça a
brincadeira.
Galinha gorda
Pode-se fazer na piscina certificando-se que
todos sabem mergulhar e observando a idade
da garotada. Todos estão dentro da piscina.
Uma criança começa a falar e o grupo deve
responder:
Jogador: - Galinha gorda!
Todos: - Gorda ela!
Jogador: - Vamos comê-la!
Todos: - Vamos a ela!”
E então o jogador joga o objeto (galinha gorda)
em algum lugar da piscina. Todos mergulham
em busca do objeto. Quem conseguir achar a
galinha gorda será o vencedor e o próximo a
lançar o objeto que representa a galinha gorda
Tico-tico fuzilado
Cada crianças deverá ter uma latinha. De um
lado ficam as crianças e do outro as latinhas.
Cada criança deverá jogar a bola, que poderá
ser de meia ou de tênis, nas latinhas tentando
acertar. Se a sua latinha for atingida você deverá
correr para pegá-la antes que joguem a bola
novamente. Se não conseguir será fuzilado,
ou seja, deverá ficar de pé e escolher uma
parte do seu corpo para que o colega acerte o
local indicado. Se for fuzilado três vezes sai da
brincadeira.
Referência:http://www.funnyhair.com.br/images/mais_brincadeiras.pdf
Postado por:Túlio Graciano Silva
sábado, 12 de janeiro de 2013
Dança das Cadeiras
DANÇA DAS CADEIRAS
| FAIXA ETÁRIA | Acima de 4 anos |
| LOCAL | Quintal, Dentro de casa, Salão de Festas, Condomínio |
| ESTIMULAR | Agilidade, Atenção, Movimento, Estratégia, Ritmo |
| PARTICIPANTES | 5+ |
| MATERIAL | Cadeiras |
COMO BRINCAR
Disponha as cadeiras em círculo, sendo que o número de assentos seja menor do que o de participantes.
Coloque uma música para tocar. Enquanto a música toca, todos os jogadores dançam em volta das cadeiras. Quando a música parar, cada um deve tentar ocupar um lugar. A criança que não conseguir lugar sai do jogo levando consigo mais uma cadeira.
O vencedor será aquele que conseguir sentar na última cadeira.
Dica: bole variações que dificultem o jogo, como dispor as cadeiras em fila, sendo que cada uma ficará virada para um lado, ou peça para que as crianças dancem em circulo mais longe das cadeiras
Coloque uma música para tocar. Enquanto a música toca, todos os jogadores dançam em volta das cadeiras. Quando a música parar, cada um deve tentar ocupar um lugar. A criança que não conseguir lugar sai do jogo levando consigo mais uma cadeira.
O vencedor será aquele que conseguir sentar na última cadeira.
Dica: bole variações que dificultem o jogo, como dispor as cadeiras em fila, sendo que cada uma ficará virada para um lado, ou peça para que as crianças dancem em circulo mais longe das cadeiras
ESTA BRINCADEIRA TAMBÉM SE CHAMA...
Dança da cadeira
Referência: http://delas.ig.com.br/filhos/brincadeiras/danca-das-cadeiras/4e42d3a93cb3176863000016.html
Postado por: José Flávio Parreiras
terça-feira, 8 de janeiro de 2013
Brincadeiras Aquáticas!
| Na piscina: |
Fora da piscina: |
| Outras Brincadeiras |
| CAMISETA |
| Número de participantes: no mínimo 4, melhor com mais gente Material: duas camisetas Como brincar:
|
| TÚNEL NA PISCINA |
| Número de participantes: no mínimo 3 Como brincar:
|
| TUBARÃO E PEIXINHO |
| Número de participantes: de 3 a quantos couberem (um ao lado do outro) em uma borda da piscina Como brincar:
|
| MARCO POLO |
| Número de participantes: pelo menos 3 pessoas Material: um pano para vendar os olhos Como brincar:
|
| RESGATE |
| Número de participantes: no mínimo 2 Material: pequenos objetos que boiem, como coquinhos de pinheiro ou fichas plásticas, em número duas vezes maior que o número de participantes Como brincar:
|
| JACARÉ |
| Número de participantes: no mínimo 3 Material: objetos para marcar a metade da piscina, como chinelos Como brincar:
|
| PASSANDO POR BAIXO |
| Número de participantes: no mínimo 3 Material: uma mangueira de jardimComo brincar:
|
| BEXIGUINHA |
| Número de participantes: de 4 a quantos quiserem brincar, mas deve ser número par Material: Um daqueles balõezinhos que se enche com água (as bexiguinhas) para cada duas pessoas.Como brincar:
Referencias: http://www.terra.com.br/criancas/brinc_agua.htm
Postado por: Frederico Gonçalves Constantino
|
Assinar:
Postagens (Atom)



