segunda-feira, 31 de dezembro de 2012


Jogo e Brincadeira. O que são?

Uma pergunta é feita ao profissional do lazer e/ou educador: “Vamos brincar?” ou “Vamos jogar?”. Qual a reflexão que devemos ter sobre essas perguntas? São palavras com o mesmo significado ou estamos propondo dois tipos de atividades?
Para Silva e Gonçalves (2010) o brincar e o jogar são momentos sagrados na vida de qualquer indivíduo. É com a prática dos jogos e das brincadeiras que as crianças ampliam seus conhecimentos sobre si, sobre os outros e sobre o mundo que está ao seu redor, desenvolvem as múltiplas linguagens, exploram e manipulam objetos, organizam seus pensamento, descobrem e agem com as regras, assumem papel de líderes e se socializam com outras crianças, preparando-se para um mundo socializado.
JOGO 

Na antiguidade de acordo com Velasco (1996), as crianças participavam de algumas atividades, os jogos, por exemplo, eram realizados em ambientes separados podendo ser em praças públicas e espaços livres sem a supervisão de um adulto e em grupos distinguidos por idade e sexo.
O jogo serviu para divulgar princípios de moral, ética e conteúdos de história, geografia e outros, a partir do Renascimento, o período de “compulsão lúdica”. O Renascimento vê o jogo como conduta livre que favorece o desenvolvimento da inteligência e facilita o estudo. Ao atender necessidades infantis, o jogo infantil torna-se forma adequada para a aprendizagem dos conteúdos escolares. Assim, para se contrapor aos processos verbalistas de ensino, à palmatória vigente, o pedagogo deveria dar forma lúdica aos conteúdos. Quintiliano, Erasmo, Rabelais, Basedow, comungam desta perspectiva (KISHIMOTO, 1996).
Para Freire (2002), o jogo facilita o desenvolvimento das habilidades motoras, pois possui uma linguagem corporal que não é estranha à criança e seu desenvolvimento não apresenta características de monotonia ao contrario de exercícios propostos por alguns autores que não são adequados ao universo da cultura infantil.
Segundo Nicolau (1994), a experiência da criança com o jogo proporciona os seguintes aspectos:
1.   O contato com a realidade de forma espontânea;
2.   resolução de situações problemáticas que enfrentamos durante a vida;
3.    o descobrimento de novas maneiras de exploração corporal; e
4.   a construção interior do seu mundo.
Finalmente Silva e Gonçalves (2010) O jogo apresenta os seguintes aspectos:
1.   Exploração e cumprimento das regras;
2.   maior envolvimento das emoções;
3.   limites de espaço e tempo;
4.   desafios envolvidos (motores, cognitivos e sociais); e
5.   espontaneidade na sua participação.

BRINCADEIRA 

Para Friedmann (1996) e Volpato (1999), citados por Almeida e Shigunov (2000) a brincadeira refere-se ao comportamento espontâneo ao realizar uma atividade das mais diversas. O brincar sofreu diversas mudanças com o passar dos séculos devido ao progresso das grandes cidades e a mudança de hábitos da educação da civilização. Desde os primórdios da civilização o brincar é uma atividade das crianças e dos adultos, porém sua realização perdeu seus vínculos comunitários com o passar do tempo tornando-se individual.
Considerado um elemento da cultura do riso, do folclore e do carnaval, ele era e ainda é uma representação da vida e modelo em miniatura da história e do destino da humanidade (VELASCO, 1996)
Segundo Velasco (1996), a brincadeira é uma parcela importante da vida da criança, é a partir dela que a criança constrói sua personalidade, desenvolve suas capacidades físicas, verbais e intelectuais, e tem a possibilidade de tornar-se um adulto equilibrado, consciente e afetuoso.
Para Kishimoto (2002) o brincar promove a busca por meios e pela exploração exercendo papel fundamental na construção de saber fazer. Por ser a forma mais original que a criança tem de relacionar e apropriar-se do mundo, é através dele que a criança se relaciona com as pessoas e objetos ao seu redor, aprendendo o tempo todo com as experiências que pode ter.
O brincar é caracterizado com um ato de divertimento, segundo as diretrizes da ludicidade, não preocupados com a razão ou com a sua formatação. A existência das regras simples ou a inexistência das mesmas. Ausência de tensão e não-compromisso com resultados, com liberdade na sua construção e ao praticar e tem por objetivo a diversão, na busca prazer e alegria, apresentando enorme dimensão simbólica, criando ponte entre os mundos: imaginário e real (SILVA E GONÇALVES, 2010)

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS 

ALMEIDA ACPC, SHIGUNOV V. A Atividade Lúdica e suas Possibilidades. Revista da Educação Física/UEM. 11: 69-76, 2000. FREIRE, J.B. O Jogo: Entre o Riso e o Choro. Campinas: Autores Associados, 2002. HUIZINGA, Johan. Homo Ludens: o jogo como elemento da cultura. São Paulo: USP, 1971. KISHIMOTO, Tizuco Morchida (Org.). Jogo, Brinquedo, Brincadeira e a Educação. São Paulo: Cortez, 1996.
---------------------------------(Org.). O Brincar e Suas Teorias. São Paulo: Pioneira, 2002.
NICOLAU, M. L. M. A Educação Pré-Escolar: Fundamentos e Didática. 7ª edição, São Paulo: Ática, 1994.
SILVA, T.A.C.; GONÇALVES,K.G.F. Manual de Lazer e Recreação: o mundo lúdico ao alcance de todos. São Paulo: Phorte Editora, 2010.
VELASCO, C.G. Brincar, o Despertar Psicomotor. Rio de Janeiro: Sprint, 1996.

Postado por: José Flávio Parreiras

sexta-feira, 28 de dezembro de 2012

Jogos e Brincadeiras Circenses

Atualmente, existem muitos tipos de Jogos e Brincadeiras. E entre os mais inovadores e criativos estão os Jogos e Brincadeiras Circenses. Esses jogos têm o objetivo de despertar a motivação na prática da atividade circense, desenvolvendo autonomia, confiança, prazer e sociabilização. Possibilitar o reconhecimento do circo como uma prática artística corporal, recreativa e inclusiva de grande valia aos praticantes.
Nos Jogos Circenses, a acrobacia, o malabarismo, o trapézio, o palhaço, o contorcionismo, a mágica, e as diversas expressões corporais são vivenciadas através de corpos que brincam e que expressam sentimentos, como medo, vergonha, alegria, satisfação e coragem, com a produção do prazer num ambiente lúdico.
Temos o ato de brincar de circo como uma possibilidade de lazer voltado para a produção do prazer.
É com a prática dos jogos e das brincadeiras que as crianças ampliam seus conhecimentos sobre si, sobre os outros e sobre o mundo que está ao seu redor. Desenvolvem as múltiplas linguagens, exploram e manipulam objetos, organizam seus pensamentos, descobrem e agem com as regras, assumem papel de líderes e se socializam com outras crianças (SILVA; GONÇALVES, 2010).
O aprendizado das habilidades e técnicas circenses pode ser proporcionado de diversas formas, tanto por meio de gestos técnicos quanto por meio do lúdico. O jogo por ser caráter , se adequa a qualquer faixa etária e é um rico recurso pedagógico (BORTOLETO, 2010).
Classificamos os Jogos Circenses em:
Jogos Acrobáticos de Solo: são os jogos que apresentam as figuras acrobáticas de solo como elementos principais.
Jogos Acrobáticos Aéreos: são jogos onde o jogador executa em suspensão, seja em qualquer equipamento circense, como trapézio, tecido, corda indiana e lira.
Jogos de Malabares: são os jogos que apresentam o malabarismo como eixo central, seja em qualquer tipo de material: swings, clavas, diabolôs, aros, bolas, pratos de equilíbrio, entre outros.
Jogos de Clown: são jogos que apresentam a improvisação e a comicidade como eixos centrais.
Jogos de Equilíbrio: são jogos baseados essencialmente no equilíbrio corporal, sendo-os em perna de pau, rolo americano, arame, entre outros.
Jogos Variados: são jogos que apresentam alguma outra modalidade circense não citada nos jogos acima, como o faquirismo e o ilusionismo.
Aproximar a arte circense dos grandes jogos é uma missão importante para os educadores e recreadores, para que assim possam dar viabilidade de prática desta significativa arte.

REPERTÓRIO DE JOGOS E BRINCADEIRAS CIRCENSES

RELÓGIO MALABARÁTICO
Jogos de Malabares
Materiais: Tules coloridos (60 x 60cm)
Formação Inicial: Os alunos dispostos em círculo e segurando um tule numa das mãos.
Desenvolvimento: O praticante deverá vivenciar de forma livre, o material: tule. Deverá jogá-lo para cima e “resgatá-lo” quando o mesmo estiver em queda na sua frente e na altura do abdômen. Após essa vivência livre, inicia-se o jogo. Os alunos em círculo, seguram o tule na mão de maior predominância psicomotora, sendo-a direita ou esquerda.
Todos os jogadores envolvidos, deverão, ao sinal do recreador/ educador, jogar o tule para cima e dar um passo a direita, resgatando o material do “amigo-vizinho” que o jogou para cima. E assim segue o jogo, ate houver motivação para a sua prática.
Variação 01: O Relógio Malabarático poderá ser realizo no ritmo de uma música cantada ou tocada, como “Escravos de Jó”, “Ciranda-Cirandinha”, entre outros.
Variação 02: Caso não tenha acesso ao material sugerido, o Tule, o jogo poderá ser realizado com sacos plásticos.
Observação: O jogo dará sequência ritmada, quando após todos os jogadores terem entendido a sua respectiva sistemática.

JOGOS E DESENHOS ACROBÁTICOS
Jogos Acrobáticos de Solo
Materiais: Colchonetes
Formação Inicial: Os jogadores deverão formar duplas.
Desenvolvimento: Cada dupla deverá conter um jogador base, sendo aquele que suporta e projeta o volante; e um jogador-volante, sendo aquele que é suportado e projeto pelo jogador-base.
Cada dupla deverá vivenciar e criar diversas figuras acrobáticas, com segurança, e apresentá-las a todos os outros jogadores. É fundamental a criatividade corporal e o a confiança no outro jogador da dupla.
Variação 01: Para os jogadores iniciantes deverá ser estimulado os exercícios em quadrupedia, bem como os exercícios com os jogadores em bipedia, sem ter algum jogador em suspensão.
Variação 02: Após a vivência das figuras em duplas, é recomendável que as figuras sejam realizadas em trios, quartetos ou pequenos grupos (até 8 jogadores)
Observação: É importante que os jogadores se conheçam e realizam as figuras de forma segura e eficiente.
Dica de Segurança: Tomar muito cuidado com as figuras realizadas com jogadores em suspensão e/ou em pequenos grupos.
Postado por: José Flávio Parreiras

quinta-feira, 27 de dezembro de 2012

AS ATUAIS BRINCADEIRAS DAS CRIANÇAS

 Brincadeira de criança já foi algo a ser simplesmente interpretado como coisas bobas, criativas e educativas, feitas num parque, na rua. Sem pouco se preocupar com a questão da saúde tanto física quando mental, até por geralmente serem de um bom nível de exercício físico e melhorar seu convívio social dentre outras crianças ou adultos, adolescentes, idosos. Mas essa interpretação está cada vez mais atrasada e dissipada, pois por causa da falta de atenção dos pais sem tempo, da violência nas ruas dentre outros, brincadeira de criança resume-se somente em distrair-la e o que poucos sabem gerar serotonina e dopamina, neurotransmissores essenciais para a sensação do prazer, gerado tanto nas atividades físicas, quanto em videogames, essencial para a saúde do indivíduo.
A preocupação atual quanto as brincadeiras das crianças se dá pelo fato, de estarem cada vez mais vidradas aos videogames, se submetendo diretamente à miopia, dores músculo-esqueléticas, isolamento e sedentarismo. Tornando-se indefesas ao mundo exterior tanto na saúde mental quanto física. Obviamente que tal fato é referente à alienação da atividade, o que também é prejudicial caso fosse com brincadeiras regulares em grupo das crianças, mas é mais difícil de ocorrer por ela ser “menos produtiva” quanto ao aspecto negativo. Pois antes mesmo dela se alienar, já está desgastada quanto à brincadeira.
Já sabemos que em comum as duas atividades geram serotonina e dopamina, moléculas responsáveis pela sensação de prazer, dilatando vasos, aumentando freqüência cardíaca dentre outros, sendo obviamente, melhor produzida no ato da atividade física. Mas, o videogame, cada vez mais usado, e preocupante, tem seu lado positivo se bem usado.
Os pontos positivos do videogame são inúmeros, ainda mais com o decorrer da sua evolução, tornando mais realista e desafiador. Simuladores, RPGs, dentre outros, estimulam a concentração, memorização e coordenação, uma vez que para serem efetuados precisa-se desses fatores pra o videogame decorrer, aumentando seu hipocampo, e gerando mais serotonina com as conquistas perante o jogo. Sem contar o raciocínio lógico e determinação.
Sem contar das habilidades aderidas em simuladores ou nos próprios jogos regulares quanto ao manuseio de controle para efetuar atividades, no qual hoje, prepara médicos para se aprimorarem no manuseio de certas máquinas cirúrgicas, ou operários com máquinas de pequeno a grande porte, ou até pilotos de aeronaves.
Mas uma vez que o indivíduo se aliena a tal atividade, submetendo-se a horas e horas, ele não tem a oportunidade de se dedicar a outras atividades beneficiadas pelo seu desenvolvimento dentro do videogame, tornando-se literalmente inútil a dedicação ao videogame. Podendo então somente se observar aos pontos negativos.
Os pontos negativos são 100% quanto à saúde física, mental e social do indivíduo, que pelo sedentarismo, não gasta as calorias suficientes consumidas em seu dia, inclusive consumidas durante o uso do videogame, por exigir do seu raciocínio, quando exigem, sem contar o colesterol tendencioso e a obesidade. Ainda pelo mesmo fato, dores no corpo podendo gerar lesões como tendinite e osteoporose.
A miopia dentre outros estresses oculares, devido a refração, é o mais comum dentre as crianças, sendo muito perigoso para as crianças de até oito anos, por estarem ainda desenvolvendo a visão, podendo ter lesões permanentes.
Podendo-se então citar inúmeros exemplos, quanto à alienação ao videogame, mas ressaltando somente mais uma, quanto aos games que tanto geram tais malefícios físicos, quanto o mental. Quando não exigem o raciocínio lógico, nem memorização, mas dando a criança, ambições que ela não cumpre na vida real, como atropelar pessoas, trafegar drogas etc. Que se mal administrado, estimula a violência no mundo real, degradando-se ao máximo perante o videogame.
Portanto, conclui-se que devido à nossa sociedade cada vez mais insegura, violenta, intolerante, impaciente, isolamos cada vez mais nós mesmos e nossas crianças, e para que elas possam continuar a se distrair e se divertir (perante serotonina), submetemos elas aos videogames, que logo se alienam, e degradam-se cada vez mais perante essa alienação.
Mas se bem administrado, regulando-o e dando intervalos em seu tempo de uso, podemos aderir ao máximo de benefício quanto à vida da criança, melhorando seu raciocínio lógico e capacidade hábil, preparando-a para o nosso mundo movido a tecnologia. Sem esquecer as atividades em grupo, com outras crianças, até mesmo adolescentes a idosos, sem deixar com que ela se isole, e aprenda a desenvolver seu meio social. A alienação nunca é benéfica.

ALLAN LAUZID


Como o próprio texto já diz, acredito que os videogames e as novas tecnologias são excelentes para o desenvolvimento do raciocínio lógico, além de inúmeros outros benefícios. Claro que como tudo em nossa vida é necessário que haja moderação para não prejudicar a criança (jogador).


Referências:  http://www.ebah.com.br/content/ABAAAAJzAAE/as-atuais-brincadeiras-das-criancas
http://missaoeducafisica.blogspot.com.br/2012/07/crianca-fica-mais-agressiva-e-isolada.html

Postado por: Jéssica da Silva Soares

quarta-feira, 26 de dezembro de 2012

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Brincadeiras de criança auxiliam no desenvolvimento físico e motor

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As brincadeiras de criança estimulam a fantasia, deixam o pensamento fluir, promovem o equilíbrio, desenvolvem a atenção e estabilizam os movimentos físicos e motores.

Quem garante é a especialista em fisioterapia infantil Fernanda Davi. Das mais antigas até as mais modernas, o que não faltam são brincadeiras! As mais adoradas pelas crianças provavelmente são aquelas que mais as estimulam. ”Quando os pequenos se identificam com uma brincadeira é porque percebem que ela é capaz de suprir o que precisam para se desenvolverem mais e melhor. É natural”, explica Fernanda.

Esconde-esconde, pega-pega e amarelinha envolvem o equilíbrio para se manterem em um pé só, força nas pernas para correr e imaginação para encontrar os esconderijos. Os jogos em geral, seja de bola ou tabuleiros, estabelecem regras de divisão de times e percepção de tempo de espera para jogar na vez de cada um. E até as brincadeiras simbólicas de casinha, comidinha, boneca e as fantasias de super heróis desenvolvem a imaginação. “As brincadeiras servem como instrumento para o crescimento das crianças. A percepção e orientação de espaço e tempo são essenciais para a coordenação motora, memória e raciocínio”, conclui.

*Jornalismo Portal EF 
Postado por: José Flávio Parreiras 

terça-feira, 25 de dezembro de 2012

Brincadeiras e férias - brincadeiras individuais

 Esse post é de certa forma uma continuação do anterior, mas com uma variante fundamental, agora trataremos de brincadeiras com caráteres mais individuais. Durante as férias nem todas as crianças podem ter o convívio com outras crianças com quem possam brincar, portanto aqui vai algumas dicas de brincadeiras se divertir quando estiver sozinho:

1. Era uma vez... uma aventura!
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Você vai precisar de:
  • Papelão
  • Canetinha
  • Bonecos e bichos de brinquedo
Como brincar:
Desenhe um cenário no papelão (pode ser Marte, uma floresta ou qualquer ambiente). Use seus bonecos e crie uma história. Você pode até filmar um trecho e mandar por e-mail para os amigos.
2. Equilibrista
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Você vai precisar de:
  • Copos descartáveis
Como brincar:
  1. Junte 20 copos descartáveis usados e lavados.
  2. No chão, coloque dois copos com a boca para baixo, um ao lado do outro. Em seguida, equilibre dois copos em cima deles, com a boca para cima. Faça mais fileiras, uma em cima da outra, até a altura que conseguir, sem derrubar nada.
3. Surpresa colorida
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Você vai precisar de:
  • Papel
  • Pincel
  • Tinta de várias cores
Como brincar:
  1. Dobre o papel ao meio e abra-o. Espalhe com o pincel um pouco de tinta de cores diferentes sobre uma das metades da folha.
  2. Dobre a folha de novo, espere uns segundos e abra-a. Espere secar e veja como se formam figuras com a mistura de tintas.
4. Monta e desmonta
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Você vai precisar de:
  • Revistas velhas
  • Cartolina
  • Tesoura
  • Cola
  • Lápis e régua
Como brincar:
  1. Escolha quatro fotos ou figuras grandes em uma revista. Recorte-as e cole cada uma em um pedaço de cartolina.
  2. Usando a régua, faça linhas verticais e horizontais sobre as figuras marcando quadrados e recorte-os. Embaralhe tudo e tente montar as figuras, como num quebra-cabeça.
 Texto: Maria Carolina Cristianini

Referências: http://www.recreioline.com.br/faca-voce-mesmo/veja-4-dicas-de-brincadeiras-para-voce-se-divertir-sozinho
Postado por: Jéssica da Silva Soares

Brincadeiras e férias - brincadeiras coletivas

Durante as férias escolares alguns pais tem dificuldades em manter seus filhos ocupados, o que pode gerar conflitos e muitas vezes tédio as crianças. Uma boa maneira de resolver isso é inserindo as brincadeiras ao dia dessa criança, fazendo com que ela se divirta. Nesse post existem algumas opções de brincadeiras que podem ser usadas tanto no período de férias quanto em outros períodos.

 Estátua: Uma das crianças bate palmas enquanto os outros correm.Quando parar de bater palmas, todos devem fazer a posição de estátua. O primeiro a se mexer será o batedor de palma da próxima rodada.

Busca cores: Uma das crianças diz uma cor, todos os outros devem correr atrás de um objeto desta cor. Cada um deve encontrar uma coisa diferente e dois não podem escolher o mesmo objeto. O último a achar a cor sai da brincadeira e escolhe a cor para os outros.

Mãe da rua diferente: Como a brincadeira original, ganha quem atravessar de um lado para outro sem ser pego pelo amigo que fica vigiando esse espaço. O diferencial é que quem fica no meio decide como os outros devem tentar atravessar, por exemplo, ele pode estipular que seja pulando em um pé só, imitando algum animal ou fazendo outra coisa. Quando ele falar a famosa frase "Mãe da rua, já", todo mundo deve tentar atravessar fazendo o que ele pediu, sem ser pego. Quem inventou a regra também deve segui-la na hora de tentar pegar os outros. Quem for pego troca de lugar com ele e inventa mais uma regrinha.

Detetive: Essa é um clássico das brincadeiras e também pode ser conhecida como “killer” (assassino em inglês). Escreva em vários papéis as palavras "vítima", e em apenas um papel a palavra "detetive" e em outro a palavra "assassino". Todos sentam em forma de roda e cada um retira um papel do saco e não conta para ninguém o que está escrito. Quem pegou o papel "assassino" tem que matar os outros jogadores com uma piscada, sem que mais ninguém perceba. O "detetive" precisa descobrir quem é o assassino. Quem receber a piscada diz "morri". Se o assassino piscar para o detetive, o assassino ganha. Se o detetive descobrir primeiro quem é o assassino, o vencedor é o detetive.

Acho interessante o uso de brincadeiras durante todo o ano, mas acredito que talvez nas férias escolares há uma necessidade ainda maior do contato das crianças com a brincadeira. Esse período é o tempo que a maioria das crianças tem livre de certas obrigações muitas vezes opressoras, onde elas podem se envolver de maneira completa com a brincadeira e serem livres para imaginarem sem serem interrompidas pelos adultos.

Referências:  http://vilamulher.terra.com.br/brincadeiras-para-as-ferias-prolongadas-8-1-55-272.html

Postado por: Jéssica da Silva Soares

quinta-feira, 20 de dezembro de 2012


Recreação Aquática: o prazer de brincar e jogar na água

Recreação Aquática: o prazer de brincar e jogar na água Ofertar as atividades recreativas e gerar o prazer do ser humano em contato com a água caracteriza papéis fundamentais da atuação profissional do recreador.
O homem ao estar no meio aquático permite a explorar, de forma lúdica, uma prática corporal, resultando em prazer e satisfação, sendo assim, excelente opção de atividades recreativas.
O recreador depara-se, na sua vida profissional, com piscinas e complexos aquáticos em duas persas áreas de atuação.
Até meados de 1980, as piscinas eram construídas, quase que de forma exclusiva, à prática dos desportos aquáticos, como a natação e o pólo aquático.  Atualmente as piscinas são programadas para a prática desportiva e às atividades de lazer.
Ofertar as atividades recreativas e gerar o prazer do ser humano em contato com a água caracteriza papéis fundamentais da atuação profissional do recreador.
A Recreação Aquática também visa o desenvolvimento físico do praticante, mas seu objetivo principal é a prática de uma atividade que vislumbra a ludicidade, e não o treinamento das capacidades físicas.
O profissional do lazer deverá adequar as atividades ao ambiente aquático, estando atento a alguns detalhes importantes. Aí são eles:

1. Adaptação do jogo com relação à faixa etária;
2. A profundidade da piscina poderá ser um fator limitante de deslocamento;
3. Certificar-se da segurança que a piscina proporcionará aos participantes como pisos escorregadios, por exemplo;
4. Ter conhecimentos básicos em primeiros socorros para casos emergenciais;
5. Atenção e Segurança são palavras chaves do profissional aquático;
6. Dividir as equipes de forma homogênea, mantendo equilibradas;
7. Conhecer as regras dos jogos de forma precisa;
8. Explicações breves e objetivas;
Atuar como recreador aquático requer estudos e muita criatividade, adaptar as atividades para as piscinas são para profissionais competentes.

JOGO DO BOB ESPONJA
Objetivo: Adaptação ao meio líquido e desenvolvimento da coordenação motora global.
Materiais: Esponjas e duas tigelas.
É um jogo de estafetas. O grupo é dividido em duas equipes, sendo-as dispostas em colunas. O primeiro jogador deverá estar com uma esponja na mão, posicionado de frente à uma tigela que estará na borda da piscina. Ao sinal do recreador, o jogador levará a esponja molhada até a tigela, apertando-a e despejando toda a água nela contida. Passa-se a esponja para o próximo jogador, e assim sucessivamente. Quando todos os jogadores das equipes passarem pela esponja, verifica-se qual tigela tem mais água. E assim declara-se a vencedora. Como variação pode utilizar as camisetas ao invés das esponjas.

A MÚMIA
Objetivo: Desenvolver a coordenação motora e o equilíbrio.
Materiais: Dois lençóis
Os jogadores estarão dispostos em duas colunas. Cada equipe, em média com 6 ou 8 jogadores, escolherá um jogador para ser a múmia, que estará enrolada dos pés ao peito com um lençol. Os demais componentes têm a função de levar a múmia até o outro lado do campo de jogo. A múmia estará deitada em decúbito dorsal (barriga para cima) sobre os colegas, e não pode ser molhada. Ganhará a equipe que conseguir chegar primeiro e com a múmia seca.

REFERÊNCIAS
COSTA E SILVA, T.A; GONÇALVES, K.G.F. Manual de Lazer e Recreação: o mundo lúdico ao alcance de todos. Phorte Editora: 2010.
Postado por: José Flávio Parreiras