quarta-feira, 16 de janeiro de 2013

Voltar a ser criança


Algo que procurei fazer nesse recesso de final de ano foi descontrair ao máximo, tirar toda essa tensão de faculdade. Durante esse período fiquei mais na fazenda com minha família e pude aproveitar bastante. Um dia que marcou foi a ida da minha cunhada de 11 anos, através do aprendizado em nossas aulas consegui propor várias brincadeiras. A muito não me divertia tanto literalmente voltei a ser criança, jogamos gol a gol na piscina, video game, jogos de tabuleiro, pular na piscina com obstáculos, mas que realmente marcou foi o pula pula. Pulamos tanto no trampolim que me quemei todo devido ser um dia de muito calor. Recomendo a todos que tirem um dia para ser criança, algo que posso garantir a todos vocês, vocês não terão a mesma disposição de 10 anos atrás. No final desse dia eu não aguentava mexer que tudo doía, em compesação foi um dia de muitas risadas.

Referências: Foto de arquivo pessoal
Postado por: Ygor Tinoco

segunda-feira, 14 de janeiro de 2013


Pesquisando sobre o vasto repertorio de brincadeiras esquecidas pelo tempo, encontrei algumas muito diferentes e outras ''classicas'':


Estafeta ao quadro negro
Organiza-se duas filas de crianças. Elas
devem escolher um número qualquer que será
o resultado do cálculo que irão realizar (Por
exemplo: 30). Dá-se o sinal de partida, então
o primeiro jogador de cada fila deverá correr
ao quadro e escrever dois números quaisquer,
depois somá-los ou subtraí-los e voltar para a
sua fila, entregar o giz ao segundo jogador e ir
para traz do último jogador. O segundo jogador
deverá correr ao quadro e também irá proceder

da mesma forma, porém antes deverá verificar
se o cálculo anteriormente feito pelo colega está
certo, se não estiver deverá corrigi-lo e depois
fazer o seu. Deverá proceder assim até ó último
jogador. Este deverá somar ou subtrair de forma
que consiga o resultado inicialmente proposto.
Por exemplo: se o número combinado foi 30 e o
último número restado foi 22 ele deverá somar
com 8. Vence a fila que terminar primeiro.



Mamãe, posso ir? 

Uma criança é escolhida para ser a mãe que
deverá estar de olhos vendados ou de costas,
enquanto as outras serão as filhas. As crianças
ficam em uma certa distância da mãe atrás de
uma linha marcada com giz. A primeira da direita
começa a falar: - Mamãe posso ir? – Pode. –
Quantos passos? Três de elefante. Este deverá
dar três passos grandes em direção da mãe.
A próxima criança pergunta: - Mamãe posso
ir? – Pode. – Quantos passos? – Dois de
cabrito. Este deverá dar dois passos médios
em direção da mãe. O próximo pergunta: -
Mamãe posso ir? – Pode. – Quantos passos.
– Cinco de formiga. Este deverá dar cinco
passos pequeninos em direção da mãe. Quem
chegar primeiro na mamãe será a próxima mãe. 


Estátua
As crianças ficam em fila. Escolhe-se uma
criança para começar a brincadeira. Esta criança
começa a puxar as crianças perguntando antes
de puxar: pimenta, pimentinha, pimentão ou
sapatinho de algodão? Quem responder:
 - Pimenta: é puxada normalmente e virar
estátua.
 - Pimentinha: é puxada devagar e virar estátua.
 - Pimentão: é puxada com força e virar estátua.
 - Sapatinho de algodão: deve ser carregada no
colo e ao ser colocada no chão virar estátua.
Após todos virarem estátua a líder diz: Entrei
no jardim de flores, não sei qual escolherei,
aquela que for mais bela, com ela me abraçarei.
Então escolhe uma estátua para se abraçar.
A escolhida deverá ser a próxima líder. Todos
retornam à posição normal e recomeça a
brincadeira.


Galinha gorda 
Pode-se fazer na piscina certificando-se que
todos sabem mergulhar e observando a idade
da garotada. Todos estão dentro da piscina.
Uma criança começa a falar e o grupo deve
responder:
Jogador: - Galinha gorda!
Todos: - Gorda ela!
Jogador: - Vamos comê-la!
Todos: - Vamos a ela!”
E então o jogador joga o objeto (galinha gorda)
em algum lugar da piscina. Todos mergulham
em busca do objeto. Quem conseguir achar a
galinha gorda será o vencedor e o próximo a
lançar o objeto que representa a galinha gorda  


Tico-tico fuzilado
Cada crianças deverá ter uma latinha. De um
lado ficam as crianças e do outro as latinhas.
Cada criança deverá jogar a bola, que poderá
ser de meia ou de tênis, nas latinhas tentando
acertar. Se a sua latinha for atingida você deverá
correr para pegá-la antes que joguem a bola
novamente. Se não conseguir será fuzilado,
ou seja, deverá ficar de pé e escolher uma
parte do seu corpo para que o colega acerte o
local indicado. Se for fuzilado três vezes sai da
brincadeira.




Referência:http://www.funnyhair.com.br/images/mais_brincadeiras.pdf

Postado por:Túlio Graciano Silva

sábado, 12 de janeiro de 2013

Dança das Cadeiras


DANÇA DAS CADEIRAS


DANÇA DAS CADEIRAS

FAIXA ETÁRIAAcima de 4 anos
LOCALQuintal, Dentro de casa, Salão de Festas, Condomínio
ESTIMULARAgilidade, Atenção, Movimento, Estratégia, Ritmo
PARTICIPANTES5+
MATERIALCadeiras

COMO BRINCAR

Disponha as cadeiras em círculo, sendo que o número de assentos seja menor do que o de participantes.

Coloque uma música para tocar. Enquanto a música toca, todos os jogadores dançam em volta das cadeiras. Quando a música parar, cada um deve tentar ocupar um lugar. A criança que não conseguir lugar sai do jogo levando consigo mais uma cadeira.

O vencedor será aquele que conseguir sentar na última cadeira.

Dica: bole variações que dificultem o jogo, como dispor as cadeiras em fila, sendo que cada uma ficará virada para um lado, ou peça para que as crianças dancem em circulo mais longe das cadeiras

ESTA BRINCADEIRA TAMBÉM SE CHAMA...

Dança da cadeira

Referência: http://delas.ig.com.br/filhos/brincadeiras/danca-das-cadeiras/4e42d3a93cb3176863000016.html

Postado por: José Flávio Parreiras

terça-feira, 8 de janeiro de 2013

Brincadeiras Aquáticas!


Pesquisando na internet sobre brincadeiras refrescantes, para este verão que esta muito quente, encontrei  varias brincadeiras, as quais achei muito interessantes, divertidas e principalmente refrescantes. 


BRINCANDO COM ÁGUA
Na piscina:
  • Camiseta
  • Túnel na Piscina
  • Tubarão e Peixinho
  • Marco Polo
  • Resgate
  • Jacaré
    Fora da piscina:
  • Passando por baixo
  • Bexiguinha

  • aviãozinho   Outras Brincadeiras
    CAMISETA
    Número de participantes: no mínimo 4, melhor com mais gente
    Material: duas camisetas
    Como brincar:
    1. Dividam os jogadores em dois times, formando duas filas em uma das bordas da piscina. O primeiro de cada fila veste uma camiseta.
    2. A competição começa: o objetivo é nadar até o outro lado da piscina, voltar e passar a camiseta para o jogador seguinte, que continua a corrida.
    3. A primeira equipe que terminar é a vencedora.
    4. Dica: ao subir na borda da piscina, você pode por as mãos nos ombros do colega e deixar que ele puxe a camiseta e a vista; desta forma vocês economizam tempo.Colaboração de Francisco Pereira Andrade, da Divisão de Lazer do SESI do Espírito Santo
    sobe...
    TÚNEL NA PISCINA
    Número de participantes: no mínimo 3
    Como brincar:
    1. Joguem na parte rasa da piscina, onde todos encostem o pé no chão.
    2. Escolham uma pessoa para ser o pegador.
    3. Os outros devem tentar escapar.
    4. Quem for pego deve ficar parado com as pernas abertas.
    5. Uma pessoa pode ser libertada se outra mergulhar e passar por baixo de suas pernas.
    6. O último a ser pego é o pegador na próxima rodada.
    sobe...
    TUBARÃO E PEIXINHO
    Número de participantes: de 3 a quantos couberem (um ao lado do outro) em uma borda da piscina
    Como brincar:
    1. Um jogador começa como tubarão, no meio da piscina.
    2. Os outros são peixinhos e começam em uma das bordas.
    3. O tubarão grita "peixinhos!", e os peixinhos devem pular na piscina e nadar o mais rápido possível até a outra borda sem serem pegos pelo tubarão.
    4. Quem for pego vira tubarão.
    5. O jogo continua até sobrar só um peixinho, que é o vencedor. Se quiserem continuar, o vencedor pode começar como tubarão na rodada seguinte.Colaboração de Anelize, 12 anos.
    sobe...
    MARCO POLO
    Número de participantes: pelo menos 3 pessoas
    Material: um pano para vendar os olhos
    Como brincar:
    1. Uma pessoa, que vai ser o pegador, fica no meio da piscina de olhos vendados.
    2. Os outros se afastam enquanto o pegador conta em voz alta até dez.
    3. Para ter uma idéia de onde os outros estão, o pegador pode gritar "marco!". Os outros devem responder "polo!".
    4. Quem for pego vira o novo pegador.Colaboração de Luis Gustavo, 9 anos.
    sobe...
    RESGATE
    Número de participantes: no mínimo 2
    Material: pequenos objetos que boiem, como coquinhos de pinheiro ou fichas plásticas, em número duas vezes maior que o número de participantes
    Como brincar:
    1. Os participantes ficam na borda da piscina, virados para fora.
    2. Um jogador lança as pecinhas na água e grita "já!".
    3. Todos tentar pegar as pecinhas. Não vale arrancar da mão de outra pessoa.
    4. O primeiro que pegar duas pecinhas e sair da água é o vencedor.
    5. Sugestão: se houver óculos de mergulho e os participantes souberem mergulhar, pode-se usar objetos que afundem.Colaboração de Danusa, 12 anos
    sobe...
    JACARÉ
    Número de participantes: no mínimo 3
    Material: objetos para marcar a metade da piscina, como chinelos
    Como brincar:
    1. Dividam a piscina ao meio no sentido do comprimento colocando um chinelo de cada lado, bem retinho
    2. Tirem na sorte quem vai ser o jacaré
    3. Todos pulam na água quando o jacaré gritar "já"
    4. Os jogadores devem tentar escapar do jacaré, nadando para o outro lado da piscina. O jacaré não pode passar da marca.
    5. O jogador que for pego vira o próximo jacaréColaboração de Mariana Ramos, 10 anos
    sobe...
    PASSANDO POR BAIXO
    Número de participantes: no mínimo 3
    Material: uma mangueira de jardimComo brincar:
    1. Joguem no jardim, no pátio, ou numa rua sem movimento.
    2. Liguem a mangueira no máximo. Um jogador, de preferência dos mais altos, segura a mangueira bem alto, colocando o dedo na abertura para fazer um jato bem forte.
    3. Os outros vão passando embaixo do jato, sem se molhar.
    4. Cada vez que todos tiverem passado, a mangueira é baixada um pouco. Vai ficando cada vez mais difícil passar sequinho.
    5. Ganha o último jogador seco, fora o que está segurando a mangueira.
    6. Sugestão: coloquem uma música e façam cada um passar dançando por baixo do jato.
    sobe...
    BEXIGUINHA
    Número de participantes: de 4 a quantos quiserem brincar, mas deve ser número par
    Material: Um daqueles balõezinhos que se enche com água (as bexiguinhas) para cada duas pessoas.Como brincar:
    1. Encham um balãozinho para cada dupla.
    2. Formem duas filas, com as duplas em frente uma da outra.
    3. Uma fila começa com os balões, e deve jogá-los para suas duplas na outra fila, sem deixar cair.
    4. Cada vez que o balão for jogado, a dupla dá um passo para trás cada um, ficando mais longe, de modo que vai ficando cada vez mais difícil jogar o balão sem estourá-lo.
    5. Ganha a última dupla que ficar com o balão inteiro.   






    Postado por: Frederico Gonçalves Constantino
    Bom galera, esses dias eu encontrei um site muito interessante que será de grande ajuda para todos. Nele contém diversos tipos de brincadeiras em ordem alfabética pra facilitar nossas pesquisas e matar nossas curiosidades. Tudo muito bem explicado e organizado com vídeos e imagens para nos ajudar na hora de aprender os jogos e as brincadeiras. Ao longo da semana vou postando umas brincadeiras aqui pra gente, tanto os jogos que já conhecemos, quanto os novos para nós. Mas caso haja dúvidas e interesses maiores, deixarei anexado no final desse post o link do site. Valeu!

    Brincadeiras do Sudeste: Barra-Manteiga

    Como brincar Formar dois times que ficam em fila, frente a frente, com as mãos estendidas. Um integrante de uma equipe vai até os colegas da outra e começa a bater nas mãos de um por um, enquanto todos cantam. Quando disserem a última sílaba, quem estiver prestes a levar o tapa deve tentar retirar a mão antes de apanhar. Se conseguir, sua equipe ganha. Se não, ela precisa correr atrás de quem bateu. Se o pegar, leva o ponto. Caso contrário, quem marca é a equipe adversária.






















    Agradecimento Museu dos Brinquedos e Centro Popular de Cultura e Desenvolvimento.

    Brincadeiras do Sul: Boi de Mamão

    Trecho da música
    E vem chegando boi malhado
    Vem chegando devagar
    Vem cá meu boi iá iá
    Ele é de papelão
    O nosso boi de mamão
    Vem cá meu boi ia iá

    Como brincar: Trata-se de uma encenação da morte e ressurreição do boi de mamão, em que as crianças interpretam os personagens envolvidos na narrativa: o boi, o vaqueiro Mateus, a dona de casa, o médico (doutor), as bruxas, o cavalinho, a cabra, a bernunça (figura fantasmagórica que teria sido inspirada no dragão chinês) e a Maricota.
    Há uma sequência para a entrada de cada um deles na história, que é cantada com rimas. A dramatização é feita em forma de dança. Nela, o boi de Mateus, homem simples da roça, morre de tanto dançar. Chamam o médico, mas ele não consegue ressuscitá-lo. Então, pedem para as bruxas intercederem pelo animal e elas conseguem trazê-lo de volta à vida.
    Os demais personagens vão entrando conforme são citados na letra da música. Todos terminam dançando juntos. "No nosso boi de mamão, várias crianças fazem os mesmos personagens, pois todos os alunos da escola participam da brincadeira. Eu costumo ajudar os menores na hora da encenação para que eles não se percam", conta João Vitor Nilo Thomé, 9 anos.





    Histórico: Em Florianópolis, a descrição mais antiga é de 1871, feita pelo historiador José Arthur Boiteux. Antigamente a brincadeira era conhecida como boi de pano, mas a lenda local diz que para construir a fantasia mais rapidamente acabavam usando um mamão verde para fazer a cabeça do boi. Daí veio o nome atual.

    Variações: A letra da música muda, assim como o nome da brincadeira, mas ela é encontrada em formato semelhante em diversas regiões do país. No Nordeste, por exemplo, é conhecida como bumba meu boi ou boi-bumbá. As bruxas só aparecem na versão da Escola Desdobrada e NEI Costa da Lagoa, que introduziu o personagem por fazer parte do imaginário infantil e por ser outra lenda local (elas teriam ido para Florianópolis na época da colonização açoriana).

    Fonte: http://revistaescola.abril.com.br/creche-pre-escola/?educacao-infantil.pre-escola---4-e-5-anos.jogos-e-brincadeiras

    http://revistaescola.abril.com.br/creche-pre-escola/brincadeiras-regionais-sul-boi-mamao-700341.shtml

    http://revistaescola.abril.com.br/creche-pre-escola/brincadeiras-regionais-sudeste-barra-manteiga-684665.shtml

    Postado por: Gabriel Rodrigues Chedid


    segunda-feira, 7 de janeiro de 2013

    Crianças que não brincam têm seu desenvolvimento prejudicado

    Resolvi postar esse texto devido à semelhanças que encontrei entre o mesmo e os textos "As crianças e a brincadeira" (José Alfredo O. Debortoli) e "Imaginação:arte e ciência na infância" (Gilka Girardello), discutidos em sala de aula.



    Educadores se equivocam ao substituir o livre brincar por brincadeiras pedagógicas, afirma psicóloga.


    O direito de brincar é reconhecido internacionalmente desde 1959 como consta na Declaração Universal dos Direitos da Criança, que prevê o brincar como uma vertente do direito à liberdade de meninos e meninas. Segundo especialistas, a infância brasileira tem passado por profundas transformações, influenciada pela intolerância do capitalismo, pelo complexo sistema da globalização, e pela redução do tempo livre devido ao “culto ao trabalho”, dentre outros fenômenos sociais modernos.
    Brincadeiras de rua, banho de mangueira no quintal, ter contato com animais e correr livremente por aí, são algumas das atividades consideradas importantes para o processo de aprendizagem infantil. Porém, o trabalho, que a princípio deveria atingir somente a fase adulta, já faz parte do universo infantil, reduzindo cada vez mais o tempo da infância. O direito ao lazer e brincar, legitimado pelo Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) e pela Constituição, é tratado como menos importante ou supérfluo.
    Passa muitas vezes despercebido na elaboração de políticas públicas que protegem e garantem os direitos de crianças e adolescentes em todos os campos, como afirma um dos coordenadores do Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef) no Brasil, Silvio Kaloustian. “É importante ressaltar a relevância da questão dos direitos em todos os campos. Fala-se sempre em saúde, educação, cultura e lazer de forma isolada, mas são áreas totalmente sinérgicas e que uma política pública deveria vê-las como um todo”.

    Lazer e trabalho

    Em relação ao lazer, não só no Brasil como no mundo, existem várias pesquisas científicas que apontam a relevância, a importância e a necessidade para que crianças tenham espaços privilegiados para brincadeira. “Brincar desenvolve as capacidades e competências de uma forma integrada. É quando a questão da sociabilidade é colocada, a convivência com as diferenças é ressaltada e é nesse ambiente que alcançamos a formação do ser humano de forma plena”, explica Kaloustian. Para uma criança ou adolescente que trabalha, há a perda dessa formação e a violação do direito. “Não só o ECA como a Constituição Brasileira e toda normativa nacional e internacional assegura à criança e ao adolescente o direito de estudar e participar de uma vida comunitária ativa e protagônica. E nós sabemos que o trabalho não é a forma como isso se desenvolve”, garante o coordenador.
    Muitas pessoas ainda acreditam que as crianças brincam apenas por prazer. Mas é por meio das brincadeiras que elas aprendem, experimentam situações, descobrem outras possibilidades e que buscam entender o significado das atividades realizadas pelos adultos. “Com certeza uma criança que trabalha não tem o mesmo entendimento do lazer e do brincar em relação à outra que não trabalha,” afirma o representante do Unicef. “O ato de trabalhar nessa faixa etária impede que ela desenvolva em plenitude as suas capacidades e competências, ou seja, há uma queima de oportunidades, não só pela legislação como uma perda da infância”, conclui.
    Para a psicóloga e professora de pós-graduação em projetos sociais do Senac, Silvia Sá, a situação de uma criança que trabalha ver que outra pode brincar enquanto ela não, pode gerar estresse e tristeza. “Quando uma delas tem esse direito básico tirado, há grandes chances da criança não entender as diferenças de papeis nas relações pessoais. Assim, poderá terá o desenvolvimento pessoal e intelectual comprometidos e, ao pular essa etapa na vida, ela pode encontrar dificuldades com regras de convívio social”, explica.
    Escola é lugar de brincar
    A relação de lazer na escola e instituições de ensino também são afetadas por essa visão superficial do significado do direito ao lazer. Muitas vezes o educador imagina que as brincadeiras pedagógicas podem entrar no lugar do brincar, o que pode ser um pensamento equivocado, de acordo com Sá. “Apesar da criança também gostar desse tipo de brincadeira, ela não pode entrar no lugar do brincar livremente. É nesse espaço que a criança cria as próprias regras, inventa o próprio jogo, se comunica e pensa livre o que quer fazer e compartilhar socialmente”.
    A psicóloga ainda faz um alerta sobre o desempenho escolar e o trabalho na infância de meninos e meninas que, consequentemente, brincam menos ou não têm tempo para o lazer. “A situação em que essas crianças se encontram, as distancia da infância e do pensamento de que é possível imaginar algo diferente da realidade tão dura e que afasta a fantasia e a imaginação, não permitindo pensar outras formas de enxergar o mundo”.
    De acordo com o coordenador do Unicef, não adianta garantir uma escola de qualidade sem que se tenha retaguardas no campo da proteção, assistência e esporte, por exemplo. “O Unicef destaca a importância do lazer não somente no ambiente escolar, mas em todos os espaços. Sabemos que todo espaço público, familiar e comunitário é de aprendizagem e precisam ser estimulados”, explica Kaloustian, ao concluir que a principal tarefa é garantir que a criança e o adolescente se desenvolvam de forma plena.

    Por: Yuri Kiddo
    Referências: http://portal.aprendiz.uol.com.br/2012/12/18/criancas-que-nao-brincam-tem-seu-desenvolvimento-prejudicado/
    http://portal.aprendiz.uol.com.br/2012/05/03/especialistas-em-primeira-infancia-defendem-tempo-livre-para-brincar-como-ferramenta-importante-de-aprendizado/

    Postado por: Jéssica da Silva Soares

    sábado, 5 de janeiro de 2013

    Pular Corda
    PULAR CORDA
    FAIXA ETÁRIAAcima de 5 anos
    LOCALCalçada, Quintal, Parque, Condomínio, Praça
    ESTIMULARAgilidade, Condicionamento físico, Cooperação, Memória, Sequência, Lateralidade, Socialização
    PARTICIPANTES2+
    MATERIALUma corda

    COMO BRINCAR

    No jogo básico dois participantes seguram cada um uma ponta da corda, batendo-a em círculo e de forma ritmada enquanto o terceiro integrante pula, assim que ela tocar o chão. Para deixar o jogo mais divertido tanto o ritmo das batidas quanto os pulos podem variar. Quanto maior o número de jogadores e mais rápido o ritmo mais difícil fica, ainda mais se os pulos forem coreografados por cantigas como esta: 

    Um homem bateu em minha porta 
    E eu abri. 
    Senhoras e senhores, ponham a mão no chão (o jogador pula e rapidamente abaixa e toca o chão) 
    Senhora e senhores, pulem num pé só (o jogador pula com um só pé) 
    Senhoras e senhores, deem uma rodadinha (o jogador pula e roda)
    E vá pro olho da rua! (o jogador sai debaixo da corda) 
    Dica: para os mais experientes é possível usar duas cordas sendo que a que ficar na mão esquerda bate-se no sentido horário e a da mão direita no sentido anti-horário. Para crianças menores, a corda pode ser usada em jogos mais simples, como ‘Cobrinha’ (os batedores encostam a corda no chão e a movimentam rapidamente da direita para a esquerda, enquanto o pulador atravessa de um lado para o outro sem tocar a corda) ou ‘Reloginho’ (um batedor fica no centro, girando a corda, que ficará um pouco estendida no chão enquanto os puladores, que ficam em volta do batedor em círculo, saltam assim que a corda se aproxima para não serem atingidos). 



    ESTA BRINCADEIRA TAMBÉM SE CHAMA...

    Bater corda, cobrinha, reloginho

    Referência: http://delas.ig.com.br/filhos/brincadeiras/pular-corda/4e3b21485cf358183f000004.html

    Postado por: José Flávio Parreiras